Minha Família Querida!!!

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Mãos que falam

Pessoal, iniciei o curso de Libras, mãos que falam! Estou aprendendo a ver a lingua de sinais de uma nova maneira...
A Lingua dos sinais está avançando cada dia mais em todos os lugares “Ao contrário do que muitos imaginam, a Lingua de Sinais não é simplesmente mímicas, é linguagem com estruturas gramaticais próprias, é Português nas mãos, sinais que substituem palavras, linguagem como das abelhas ou corporal, são gestos, é uma língua, mas é limitada que não expressa idéias exatas....
Surdez significa: ausência, dificuldade, inabilidade para ouvir sons, mas não para falar!
O surdo fala com as mãos, com expressões faciais e corporais, utiliza-se da comunicação espaço-visual como principal meio de conhecer o mundo em substituição à audição.
A surdez antes de ser um problema audiológico, é uma questão social. O Surdo não é um ser patológico, mas um sujeito que tem uma língua natural, a LIBRAS e, o português é uma segunda língua. Respeite, em primeiro lugar, esta condição do Surdo de ter uma línguagem natural, de ter suas próprias demandas de discussão e de estar inserido em uma comunidade majoritária, a ouvinte.

Portadores de necessidades especiais no Brasil

A inclusão social orientou a elaboração de políticas e leis na criação de programas e serviços voltados ao atendimento das necessidades especiais de deficientes nos últimos 50 anos. Este parâmetro consiste em criar mecanismos que adaptem os deficientes aos sistemas sociais comuns e, em caso de incapacidade por parte de alguns deles, criar-lhes sistemas especiais separados.
Tem sido prática comum deliberar e discutir acerca da inclusão de pessoas com algum tipo de deficiência: mencionando direitos inerentes a uma deficiência específica, abrangendo todos os direitos de forma generalizada, embrulhando-os, sem maiores cuidados em mostrar detalhadamente estes.
Assim asociedade modificará em suas estruturas e serviços oferecidos, abrindo espaços conforme as necessidades de adaptação específicas para cada pessoa com deficiência a serem capazes de interagir naturalmente na sociedade. Todavia, este parâmetro não promove adiscriminação e a segregação na sociedade. A pessoa com deficiência passa a ser vista pelo seu potencial, suas habilidades e outras inteligências e aptidões.
Desta forma é proposto oparadigma da inclusão social. Este consiste em tornar toda a sociedade um lugar viável para a convivência entre pessoas de todos os tipos e inteligências na realização de seus direitos, necessidades e potencialidades.
Por este motivo, os inclusivistas (adeptos e defensores do processo de inclusão social) trabalham para mudar a sociedade, a estrutura dos seus sistemas sociais comuns e atitudes em todos os aspecto, tais comoeducação, trabalho saúde, lazer.
Sobretudo, a inclusão social é uma questão de políticas públicas, pois cadapolítica pública foi formulada e basicamente executada pordecretos eleis, assim como em declarações e recomendações de âmbito internacional (como oTratado de Madrid).
Por estas razões, surge a necessidade de uma atualização das diversas políticas sociais. Ora se sobrepondo em alguns pontos ora apresentando lacunas históricas, muitas das atuais linhas de ação estão em conflitoideológico com as novas situações, parecendo uma colcha de retalhos.
Existem hoje em todo mundo cerca de 500 milhões de pessoas com deficiência. De acordo com o Censo Demográfico de 2000 ( IBGE), 25 milhões de brasileiros, 14,5 % da população, têm algum tipo de deficiência. São homens, mulheres, crianças e jovens que, em muitos casos, não têm assegurados seus direitos mais básicos: de ir e vir, de estudar, ao lazer. Se somarmos a estes números os familiares, amigos e profissionais da área, podemos concluir que uma importante fatia da população tem que lidar e também sofre com as dificuldades impostas ao deficiente.
É necessário mudar o prisma pelo qual são observados os direitos já ordenados e os que precisam ser acrescentados, substituindo totalmente o paradigma que até então é utilizado, até mesmo inconscientemente, em debates e deliberações.
A inclusão social, é um processo para a construção de um novo tipo de sociedade, através de transformações, pequenas e grandes, nos ambientes físicos (espaços internos e externos, equipamentos, aparelhos e utensílios mobiliário e meios de transporte) e na mentalidade de todas as pessoas, e portanto, também do próprio portador de necessidades especiais.
O processo de inclusão vem sendo aplicado em cada sistema social. Assim, existe a inclusão na educação, no lazer, no transporte, etc. Quando isto acontece, podemos falar em educação inclusiva, no lazer inclusivo, no transporte inclusivo e assim por diante. Uma outra forma de referência consiste em dizermos, por exemplo, educação para todos, lazer para todos, transporte para todos.
Quanto mais sistemas comuns da sociedade adotarem a inclusão mais cedo se completará a construção de uma verdadeira sociedade para todos – a sociedade inclusiva.
Origem do texto:- Wikipédia

sábado, 6 de março de 2010

...Simplesmente Mulher...

Teus braçosFortes braços
Num longo abraço
A me envolver
Teus lábiosDoces lábios
Fonte de beijos
Muitos beijos, pra me aquecer
Quanta coisa emana de ti,
doce criatura
Amor...carinho... ternura
Tudo que me liga a teu ser, mulher
Tia...mãe...avó...
Irmã...neta...filha...
Guerreira...companheira...
Tu que me namoras, me compreendes
Que me incentivas, me repreendes
E jamais me deixas só.
Tu que és dar e receber,
Que com a mesma humildade
Sabes perdoar e esquecer.
Santa ou pecadora
Ingênua ou sedutora
Não importa!
Serás sempre uma rainha
Uma intercessora...
uma fada madrinha...
Aquela que na minha aflição, chamo
Laura...Priscila...Mary...Maria José...
A todas, admiro e amo
Santas criaturas
Anjos de candura
Simplesmente mulher!
FELIZ DIA DAS MULHERES A TODAS NÓS!!!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Carnacross em Paulicéia





Domingo ensolarado no balneário municipal de Paulicéia colaborou para a grande movimentação do público na 11ª edição do Carnacross.

domingo, 21 de fevereiro de 2010




Que não seja preciso mais do que uma

simples alegria para me fazer aquietar o espírito.

E que o teu silêncio me fale cada vez mais.

Porque metade de mim é abrigo,

mas a outra metade é cansaço.

(Osvaldo M.)

Prancha de leitura acoplada a lupa

03/07/2009

Pesquisadores da USP desenvolvem prancha de leitura acoplada a lupa para uso de pessoas com visão subnormal. Projeto teve apoio dos programas PIPE e PAPI, da FAPESP.
Uma prancha de leitura acoplada a uma lupa, destinada a pessoas com baixa visão, foi criada por pesquisadores da Bonavision Auxílios Ópticos, empresa incubada no Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec) da Universidade de São Paulo (USP).O produto mantém fixos a linha de leitura e o foco, proporcionando conforto em leituras prolongadas realizadas por pessoas com faixa de visão subnormal, termo utilizado para descrever a visão remanescente em indivíduos que sofrem de patologias como diabete, catarata ou glaucoma. Esse comprometimento da função visual impossibilita afazeres habituais mesmo após tratamento ou correção dos erros refrativos com o uso de óculos ou lentes de contato.O desenvolvimento contou com apoio da FAPESP por meio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) e do Programa de Apoio à Propriedade Intelectual (PAPI).“A visão subnormal compreende indivíduos com acuidade visual corrigida entre 0,05 e 0,3 no melhor olho, ou seja, que enxergam em um campo de visão entre 5% e 30%, porcentagem que atinge cerca de 3/4 de todos os deficientes visuais do país”, disse José Américo Bonatti, coordenador do projeto e pesquisador da Clínica Oftalmológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, à Agência FAPESP.Calcula-se que o número de portadores de deficiência visual chegue aos 4 milhões de pessoas no Brasil, sendo 3 milhões com visão subnormal, segundo dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Acuidade visual é o grau de aptidão do olho para discriminar detalhes espaciais, ou a capacidade de perceber a forma e o contorno dos objetos.